O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 23/09/2019

Fevereiro é o mês oficial para se falar da camisinha. Graças ao carnaval as pessoas são bombardeadas por propagandas e informações a respeito de doenças sexualmente transmissíveis e como evitá-las. Entretanto, a importância da disseminação de conhecimento acerca desse tema é anual, mais que mensal, e de obrigação do governo e da família por se tratar de um direito da população.

A revolução sexual iniciada em 1960 no Brasil, que trouxe liberdade ao sexo, também trouxe consigo surtos de DSTs que levaram artistas emblemáticos a óbito, como Cazuza e Renato Russo. Todavia, depois de décadas, o Ministério da Saúde divulgou que apenas 40% dos jovens usam preservativo, e que os índices de contaminações pelo vírus HIV e pela bactéria causadora da sífilis aumentam a cada ano. Logo, concluí-se que a população continua desinformada.

Somado a isso, a preocupação com a gravidez indesejada em união com as invenções do anticoncepcional e da pílula do dia seguinte, mascaram outros temores que estão por traz do sexo sem preservativo. Um dado divulgado em 2013 pela Pcap trouxe que 21,6% dos jovens acreditam haver uma cura para a AIDS. E, em contra partida, o tabu nas famílias para tratar de educação sexual é evidente.

Posto isso, com a finalidade de diminuir as infecções por doenças sexualmente transmissíveis no Brasil, cabe ao Ministério da Saúde e da Educação em parceria com a mídia e a escola, trazerem à população, e desde cedo, às crianças, através de propagandas e palestras, informações e conhecimento a respeito da importância do uso do preservativo e das consequências que sua falta podem trazer à saúde, e, além disso, como remediar e tratar as doenças para que elas não se espalhem.