O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 22/08/2018
Os casos de infectados por DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) , no Brasil, crescer ano após ano, o que é fruto da falta de conhecimento de parte da população acerca dessas doenças, bem como das ineptas políticas públicas nesse tocante. Dessa forma, urge um comportamento mais arrojado do Estado na tentativa de diminuir a incidência dessas doenças.
Nesse contexto, é importante pontuar, de início, que uma parte da população tem completo desconhecimentos das formas de transmissões das DSTs, muitos não sabem, sequer, das suas existências. Um dado que corrobora essa falta de informação é que, de acordo com o Ministério da Saúde, mais de 20% dos jovens acham que há cura para a Aids, a qual é uma das mais severas doenças. Diante disso, fica notória a complexidade do problema, o qual é pouco debatido, inclusive, nas escolas e nos lares.
Com efeito, é substantivo destacar, ainda, que a falta de efetividade das políticas públicas é mais um fator que intensifica esse imbróglio. Isso é percebido pela baixa quantidade de preservativos que são distribuídos para a sociedade, sendo a parte mais pobre que fica sem acesso a esse meio de prevenção. Nessa perspectiva, vê-se que a falta de um combate eficiente por parte do Estado deixa a população em situação vulnerável.
Portanto, é mister que o Estado, por meio das unidades básicas de saúde(UBSs), disponibilize, de forma organizada, preservativos para toda a população, bem como faça campanhas publicitárias que tenham o fito de conscientizar a população sobre a importância do uso desses métodos. Às escolas, nas salas de aula, cabe a intensificação dos estudos sobre educação sexual, a fim de esclarecer as pessoas sobre essas doenças e suas formas de transmissão. Concomitantemente, é imperioso que as famílias tenham conversas maduras com seus jovens acerca dos riscos de se contrair DSTs, objetivando mudança no comportamento sexual deles.