O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 09/08/2018

Na Idade Antiga, as DSTs eram chamadas de doenças venéras em homenagem a deusa do amor, Vênus. Apesar do romantismo contido em tal mitologia, a denominação dessas enfermidades não apresentam um aspecto romântico, visto que, no Brasil, as doenças sexualmente transmissíveis tem apresentado ascendência e provocado inúmeros estorvos na esfera social. Nesse sentido, cabe analisar sobre como a banalização dos preservativos e a imprudência influenciam na problemática em questão.

É indubitável que a ausência de preservação durante as relações íntimas esteja entre as causas do impasse. Isso porque, segundo um estudo noticiado pelo jornal, ‘‘El País’’, grande parte dos indivíduos, quando estão prestes a realizar algum ato sexual, não usam a camisinha por motivos de incomodo, esquecimento ou pelo fato da parceira fazer o uso de algum método contraceptivo, que, pode precaver a gravidez, mas não patologias como HIV ou AIDS. Como consequência, tais hábitos pernicioso ampliam as possibilidades de adquirir doenças como herpes, sífilis, supergonorreia e dentre outros.

Vale ressaltar, também, que a falta de consciência da população, principalmente por parte dos jovens, atua como agente ativo na persistência do problema. Tal fato ocorro porque, segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, após as evoluções medicinais, que permitiu a administração do HIV e a possibilidade de sobrevivência mesmo com o vírus, fez com que as pessoas perdessem o receio e o medo de se contaminar. Logo, a preocupação é negligência  e o reflexo de tal ato é o aumento de 3% nos casos de AIDS, conforme a ONU, em nossa população e de 30% em relação as DSTs, segundo o Ministério da Saúde.

Mediante ao exposto, cabe ao Ministério da Educação adjunto ao Ministério Da Saúde disseminar a ideia sobre a importância da prevenção contra as doenças supracitadas. Isso deve ocorrer através da implantação de disciplinas  de educação sexual que visam orientar os jovens sobre como é de suma relevância precaver as enfermidades sexuais. Ademais, convém ao Governo Federal em conjunto de canais midiáticos promover a ampliação de campanhas a fim não só de alertar a população em relação aos cuidados, sintomas e a orientação médica necessária, mas também influenciar às famílias sobre a importância da conversação de cunho sexual para evitar imbróglios futuros.