O aumento de infectados por DSTs no Brasil
Enviada em 06/08/2018
Equação Social
Prevenção e responsabilidade. Um binômio básico para uma relação saúde-cidadão boa. Porém, atualmente cidadãos brasileiros, principalmente os jovens; veem o sexo sem camisinha como uma possível fonte de prazer maior e acabam por optar ao não uso do principal método de prevenção a DST’s. Portanto, deve-se analisar o âmbito social como força motriz dessa problemática, a fim de encontrar eficazes soluções para “frear” o aumento de infectados.
Primeiramente, com o avanço da medicina, os números de mortos por DST’s diminuíram drasticamente em detrimento as décadas de 80 e 90. Dessa forma, os jovens da geração atual, não convivem com mortes de famosos e não veem os fatídicos efeitos de contrair uma DST. A título de ilustração, pode-se ressaltar a morte de Cazuza, grande cantor que morreu de complicações com AIDS, e que causou grande comoção e incentivo a campanhas a favor do uso de camisinha.
Além disso, muitos casais no cenário contemporâneo optam pelo uso de pílulas anticoncepcionais para prevenir a gravidez; a mulher faz uso do medicamento diária ou mensalmente e o casal se desfaz da camisinha. Entretanto, ambos não podem garantir a fidelidade de seu parceiro, e com relações extraconjugais a infecção passa a ser uma possibilidade. Logo, a camisinha não pode ser descartada, pois além de prevenir DST’s, previne também uma gravidez indesejada.
Em suma, é indubitável que o brasil tem problemas acerca do aumento em curva exponencial dos infectados por DST. É mister, que para reverter esse quadro, o Governo deve agir junto a esfera escolar; através de palestras com indivíduos infectados que estejam dispostos a orientar os alunos a não cometerem os mesmo erros. Tais medidas serão essenciais para o desenvolvimento do senso crítico do jovem brasileiro. Assim, Governo e escola podem ser duas variáveis que caminharão lado a lado para a resolução dessa equação social.