O aumento de infectados por DSTs no Brasil

Enviada em 02/08/2018

Ao descortinar do século XX, o advento das tecnologias abarcou o avanço da medicina e a consolidação dos métodos contraceptivos. Todavia, a parca adequação dos indivíduos frente à prevenção sexual sucedeu na alta incidência de infectados por DST em países notáveis, como o Brasil. Em defluência disso, é imperioso medidas preventivas de saúde pública por parte do Estado e das iniciativas privadas.

Em primeira análise, a contração de doenças sexualmente transmissíveis, além da saúde materna, atinge também o feto por via placentária. Em consonância disso, a criança já nasce com sua qualidade de vida comprometida, o que decresce sua expectativa de vida e afeta o IDH brasileiro.

Destarte, a displicência e falta de informação desperta e potencializa doenças que antes pertenciam ao passado, como a sífilis. Em corolário, o desenvolvimento social fica lesado, uma vez que a população ainda peca em preceitos tão básicos.

Torna-se cristalino, portanto, a necessidade de diligência do Estado e da mídia com o escopo de prevenir as DST’s. É benquisto pelo Ministério da Saúde em convênio com as escolas públicas a ministração de palestras educativas e aulas curriculares sobre educação sexual, bem como a distribuição gratuita de preservativos aos estudantes e população local.

Em adição, é primário o engajamento da mídia com comerciais gratuitos e a fomentação de programas juvenis que abordem o assunto de forma descontraída e sem tabus. Á articulação dessas iniciativas, há esperança de que perfaça-se uma sociedade livre das mazelas dessas doenças.