O aumento de incêndios nas matas brasileiras

Enviada em 15/01/2021

Na Inglaterra do século XVIII, por meio da Revolução Industrial, deixou consequências ao meio ambiente como a extinção de biomas e queima de pastos. Quando se coloca ao cenário brasileiro, observa-se que ocorre algo semelhante, o homem persiste em maltratar o ecossistema com queimadas desenfreadas, e este ocorre devido a expansão agrícola e à ineficiência do Estado ao combate dessa queima, e causando um desequilibrio ecológico.

Em uma primeira análise, a proteção ao meio encontra obstáculos em uma sociedade capitalista. Nessa perspectiva, a ampliação agrária no território brasileiro, cujo o principal objetivo é o crescimento econômico, foi palco de queimadas com a finalidade de limpar o terreno. Dessa forma, ocorreu um grande aumento anormal de incêndios, isso fica evidente quando analisamos os dados, de acordo com site Correio Braziliense, o número de queima no bioma deu um salto de 210% passou de 4.660 para 14.489. Deste modo, o olhar somente à economia resulta gradativamente a destruição da natureza.

Ademais,  a sistemática pouco eficaz e uma legislação lenta se torna um dos maiores fatores para não punição de pessoas que fazem combustão em áreas de floresta natural, e consequentemente favorecendo ao ato. Seguindo essa linha de raciocínio, existe uma dificuldade para pôr as leis de proteção em prática de fato, mesmo com o Ministério do Meio Ambiente vigente, ainda não pode afirmar uma efetiva fiscalização nas áreas de preservação. Dessa maneira, é indubitável o descaso governamental com o biossistema.

Logo, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, na condição de garantidor dos direitos ecologicos, tome providências como vigilância nas regiões florestais da nação, como satélites, patrulhas militares, pontos de controle, e por meio de agentes de defesa ambientalista e bombeiros elevar a eficácia em neutralizar possíveis focos de abrasamento, e com o fito de facilitar a localização dos responsáveis.