O aumento de incêndios nas matas brasileiras

Enviada em 16/01/2021

A Constiuição Federal de 1988 evoca o Estado e os indivíduos na preservação do patrimônio nacional. A realidade, entretanto, vai de encontro a esse dever normativo à medida que incêndios nas matas do território brasileiro tem-se configurado como uma problemática em ascenção. Essa dinâmica se deve, sobretudo, a ineficiência governamental e falta de instrução popular que, por conseguinte, resulta em prejuízos. Diante disso, é fundametal compreender os aspectos que permeiam tal conjuntura.

Em primeira plano, nota-se que a má atuação estatal reflete na manutenção de queimadas no Brasil. Nesse viés, o filósofo contratualista Thomas Hobbes estabelece que os cidadãos cedem parte de sua liberdade ao Estado em troca do bem- estar social. Essa situção, no entanto, não ocorre no cenário atual uma vez que é evidente o desprezo governamental em garantir a repressão dos incêndios contra a flora, por meio da atuação jurídica. Nesse prisma, a arbitrariedade legal garante com que os criminosos, ao aturaem deliberadamente, geram impactos não só ao meio âmbiente, através da poluição atmosférica, mas também ao corpo social como a devastação geográfica de comunidades indigênas. Tal cenário  é evidente na pesquisa do INPE que, em 2017, mostrou a destruição de  70% das terras dos povos nativos pela problemática em questão.

Outrossim, a falta de consciência populacional sobre as consquências das queimadas fomenta a manutenção desse crítico panorâma. Nesse contexto, nota-se que a sociedade não possui consciência de sua responsabilidade na preservação dos ecossistemas. Isso se deve ao fato de as  pautas ambientas não serem tidas como prioritárias no imaginário civico, pois, segundo Karl Marx, o cenário capitalista fomenta as facetas econômicas em detrimento das demais causas da sociedade. Por conseguinte, acões potencialmente devastadoras, como o descarte de cigarros em matas, tornam-se banalizadas pelo corpo social. Desse modo, é funamental promover para conscientizar o povo sobre os impactos das queimdas que, em 2017, atingiu milhares de hectares segundo O Globo.

Portanto, é evidente que o ineficaz papel estatal bem como o as insconcientes atitudes do povo fomentam a manutenção do impasse ambiental. Nessa perspectiva, urge que o Poder Executivo, responsável por elaborar as Leis de Diretrizes Orçamentarias, forneça maiores investimentos financeiros ao setor ambientalista com o fito de reduzir a atuação de criminosos na flora. Essa suporte financeiro deve ser direcionado ao setor polical, por meio de infraestuturas tecnológicas como o uso de drones para mapearem territórios de risco. Ademais, cabe a Mídia difundir contéudos sobre a causa ambiental. Somente assim, poder-se-á garantir que a preservação, seja uma norma , de fato, cumprida.