O aumento de incêndios nas matas brasileiras
Enviada em 12/01/2021
Em meados do século XVI, após o descobrimento do Brasil, o território era - pelos europeus - associado ao paraíso, devido à maravilha por tamanha diversidade de fauna e flora. Hodiernamente, o cenário territorial é marcado por destruião e extinção evidentes, consequência tanto do aumento de incêncios, quanto na negligência dos órgãos responsáveis em gerir normas, bem como, fiscalizar e punir queima criminosa.
Em primeira análise, é fulcral salientar a tragicidade no contraste dos níveis em biomas, como a mata atlântica, que já perdeu 90% de sua camada vegetal e o cerrado, no qual 50% foi substituido para ativos de agronegócio. Ademais, a enorme perda de biomas prejudicam todo o ecossistema, uma vez que tudo na natureza está interligado, assim, há mais preocupações que devem ser tomadas relativas à extinção de espécies, tanto de fauna, quanto de flora.
Em segunda análise, uma das presentes causas da devastação ambiental é a negligência dos órgãos em cumprir com seus deveres constitucionais, adjunto à proteção de biomas em geral. Além disso, os incentivos fiscais em prol do agronegócio acrescentam na disseminação de queimadas ilegais, apresentando inconstitucionalidade perante às obrigações ligadas à preservação pelos mesmos órgãos.
Destarte, observamos a catastrófica organização e posicionamento governamental perante o tema abordado. Ao Estado, deve-se o encargo à retirada dos incentivos fiscais em benefício ao agronegócio, bem como o endurecimento de punições referentes a crimes ambientais, desse modo acarretaria efeitos positivos a diminuição dos incêndios. Em contrapartida também cabe ao Estado novos investimentos financeiros em favor do reflorestamento das áreas deterioradas, tal qual o auxilio por profissionais da ecologia a reintegração e preservação de espécies em risco de extinção, a fim de apropriar preservação da riqueza cultural e ambiental ao país.