O aumento de incêndios nas matas brasileiras

Enviada em 21/05/2020

Com o advento da Revolução Industrial no século XVIII, é inegável que os países acumularam capital para investir em outros setores, por outro lado esse momento histórico impulsionou os impactos ambientais. Nota-se que decorrente disso, a destruição e o desmatamento tornaram-se constantes no território brasileiro, por exemplo, o que é prejudicial para a biodiversidade das áreas florestais.

É importante pontuar que apesar de existirem projetos e de algumas pessoas realizarem manifestações para tentar  impedir o avanço alarmante das queimadas nas matas brasileiras, vários biomas ainda são atingidos, o que pode gerar uma perda significativa da flora e da fauna brasileira. Além disso, a extinção dos animais, a extração de madeira, a derrubada de árvores e até a ocupação humana próxima às florestas é prejudicial, já que os indivíduos não têm consciência de seus atos.

De acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman ‘‘Vivemos em tempos líquidos. Nada é para durar’’, fortalecendo a ‘‘cultura do imediatismo’’, em que a preocupação com o presente é maior do que com o futuro prejudicando a vida das gerações que ainda virão. Outrossim, a negligência estatal é confirmada pelo baixo investimentos em propagandas midiáticas que poderiam valorizar o teor pedagógico ao pregar o desenvolvimento sustentável.

Portanto, o Governo Federal, por intermédio do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis) deve investir em novas tecnologias de fiscalização contra o desmatamento, como a utilização de drones nos lugares mais propícios às queimadas. Ademais, o Poder Legislativo deve elaborar leis mais rígidas e com aplicação de multa para os infratores, a fim de diminuir os impactos nas reservas ambientais.