O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 16/03/2022

No ano de 2020, a Organização Mundial da Saúde(OMS) divulgou que 1 milhão de pessoas no mundo contraem Doenças Sexualmente Transmissíveis( DST) por dia. Esse fato é notável entre os jovens brasileiros e demostra como a falta de educação sexual nas escolas e a desvalorização do uso do preservativo têm contribuído para o aumento desses casos no país.

De início, a educação sexual compreende um processo de aprendizagem sobre temas relacionados a sexualidade. A importância dessa educação é que ela é preventiva no que diz respeito as DSTs, gravidez na adolescência e experiências sexuais traumáticas. Nisso, A UNESCO comprovou no ano de 2016 que a pedagogia sexual promove a prevenção das doenças transmitidas por meio de relações sexuais. Desse modo, é necessário que a BNCC, documento que dita o que deve ser abordado nas escolas brasileiras, inclua o tema no currículo para que se reduza o crescente aumento dessas doenças.

Além disso, o uso da camisinha é indispensável nas relações sexuais para prevenção de doenças. Porém, a pesquisa divulgada pela fabricante de preservativos DKT Internacional divulgou que 47% dos jovens brasileiros entre 14 e 24 anos não costumam colocar o preservativo para as relações sexuais. Em meio a uma época que se produz vacina em 10 meses - como ocorreu coma vacina do coronavírus - as pessoas e a política, como o presidente da república que desvalorizou o uso das máscaras no ano de 2021 em declaração pública, têm se preocupado menos com a prevenção. Dessa maneira, é possível adimitir que para desacelerar o aumento das DSTs nos jovens é necessário incentivar a prevenção em diversas áreas, não somente nas relações sexuais, pois a prevenção favorece a economia da nação.

Portanto, o aumento de DSTs entre os jovens no brasil pode ser desacelerado por meio do Ministério da Educação, que com a inserção da educação sexual na BNCC e o apoio financeiro as escolas na implementação a escola consiga formar os jovens mais informados e responsáveis sobre as relações sexuais. Cabe também aos representantes da política brasileira incentivarem a prevenção por meio de discursos motivadores para que o direto a saúde e educação se efetive.