O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 20/01/2022

Clamídia, gonorreia, sífilis, tricomaníase. Logo, essas são algumas das Doenças Sexualmente Transmísseis, mais conhecidas popularmente como DSTs. Elas são transmitidas essencialmente pelo contato sexual, que se feito de forma displicente, pode causar sérias consequências. Ademias, tais resultados já podem ser vistos, uma vez que as DSTs têm acometido de forma assustadora a população brasileira nos últimos anos - em especial os jovens - os quais também sofrem com os impactos da falta de informação e orientação, assim como da irresponsabilidade e negligência por parte daqueles que mesmo tendo acesso a informações, preferem ignorá-las.                                                                                        Inicialmente, um entrave é o desconhecimento por parte da sociedade, na qual a maioria não tem instruções de cunho sexual e principalmente de suas consequências. De fato, tal atitude se relaciona à tese defendida por Schopenhauer, ele defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema: A escola e a família são negligentes em relação à educação sexual das crianças e adolescentes. A família diz que isso é a responsabilidade da escola, e a escola usa a grande quantidade de assuntos a serem passados como justificativa para não tratar do assunto, portanto, passa a responsabilidade para a família. No final, nenhuma das duas educa de forma correta e resulta em pessoas despreparadas e sem orientação.                                                                                                                                                                           Em segundo lugar, o aumento de casos de DSTs também é consequência da irresponsabilidade e imaturidade de alguns jovens, que mesmo tendo educação sexual, preferem atender seus desejos momentâneos sem pensar nas consequências que tal atitude pode trazer para si e para os outros. Aliás, de acordo com dados fornecidos no Jornal Hoje, o governo tem feito sua parte com atendimento médico gratuito, campanhas de conscientização e distribuição de preservativos, entretanto, a juventude tem ignorado tais medidas e continua fazendo o ato sexual sem preservativos. Também, as DSTs são mais graves do que se pode imaginar, podem gerar sequelas sérias, como: doenças neurológicas e cardiovasculares, aborto, HIV, infertilidade, entre outros.                                                                                             Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Assim, a escola, em parceria com a família, deve dar educação sexual de forma esclarecedora para as crianças e adolescentes, e ainda conscientizá-los das consequências que a falta de cuidado e responsabilidade pede causar, por meio de ações educativas, palestras, diálogo, e acompanhamento a fim de diminuir consideravelmente os níveis de transmissão, conscientizar as pessoas da gravidade do problema e ainda instruí-las a agir da maneira correta. Dessa forma, o problema será erradicado.