O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 02/08/2020

Doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como a Aids (doença fatal), sífilis, gonorreia e dentre outras, são doenças que assombram grande parte da população, tendo como alvo também os jovens, que são afetados em massa e requerem atenção da população. De fato, acredita-se que o aumento das DSTs se deve devido à falta de diálogo, falta do uso de preservativos e à falta de informação.

No contexto dessa discussão, é válido destacar que segundo uma pesquisa realizada no Brasil, essas doenças fazem mais de 20 mil vítimas por ano, apresentando a gravidade dessa situação na sociedade. Em virtude dessa pesquisa, acredita-se que o número de infectados ainda irá aumentar, pois caso não haja conscientização por parte dos médicos e das escolas, a população continuará cometendo os mesmos erros que ocasionam as doenças.

Ainda na perspectiva dessa problemática, é preciso acrescentar que a maior taxa de infectados abrange os jovens na faixa etária de 20 a 29 anos, segundo uma pesquisa realizada pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo no ano de 2017. Além disso, segundo a critica da médica Márcia Cardial, da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), “DST virou tabu no país, ninguém mais toca no assunto. E o pior é que se minimiza o real risco de contágio”.

Diante do exposto, fica claro que o aumento de DSTs entre os jovens brasileiros reclama atenção da sociedade. Nesse sentido, para concretizar alternativas que minimizem esses problemas sociais, faz-se necessário que a mídia, como meio de comunicação e persuasivo, promova maiores informações acerca da prevenção dessas doenças. A educação deveria ser a prioridade do Governo, portanto, é necessária a criação de projetos que integrem o Governo Federal, Estadual e Municipal a fim de investir em melhorias nesse âmbito. Assim, pode-se alcançar uma sociedade com mais saúde.