O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 02/08/2020
As Doenças Sexualmente Transmissíveis, ou DSTs, são doenças transmitidas principalmente pelo contato sexual sem a utilização de preservativo com uma pessoa infectada. Elas também são conhecidas como doenças venéreas, termo que foi utilizado antigamente para se referir a deusa do amor, Vênus ou Afrodite.
Em primeira instância, pode-se pontuar que o ensino é a base para uma sociedade e que como a maioria da população brasileira está num alto nível de pobreza alguns jovens não possuem acesso aos estudos e alguns que possuem acesso aos estudos não estudam Educação Sexual já que no Brasil a disciplina de Educação Sexual não é obrigatória, criando assim jovens com pouco conhecimento sobre preservativos e causando assim mais transmissão de DSTs.
Ademais, muitos pais possuem dificuldades de conversarem com seus filhos já que, na atual sociedade, acabaram por criar um “tabu” onde pais não pensam que conversar com os filhos sobre doenças sexuais e relacionamentos sexuais não deve ser algo a se explorar tão cedo, mas sempre é bom iniciar esses assuntos mais cedo para prevenir casos de gravidez cedo ou até mesmo enfermidades muito cedo, podendo ser até na adolescência, e segundo o G1 47% das pessoas entrevistadas com idades entre 14 a 24 anos não usam camisinha.
Nos séculos atuais fica cada vez mais claro a urgência de combater esse mau. O governo precisa, em parceria com os Ministérios da Saúde e os das Telecomunicações, realizar parceiras público-privada, disponibilizando anúncios de prevenção nas novas mídias, como, por exemplo, no menu inicial da Netflix e no YouTube, que é dois dos aplicativos que jovens mais utilizam na modernidade fazendo assim com que eles ao utilizarem os aplicativos acabem aprendendo algo sobre as DSTs e acabem por descobrirem metodos anticoncepcionais, porém mais do que isso deveríamos quebrar o “tabu” de conversas sexuais com os pais, já que é outro meio de aprendizado sobre esse mau.