O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 08/09/2019

Na década de 1980 é descoberto um coquetel de remédios que auxiliam no tratamento da Aids, uma das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) mais comuns no Brasil. Desde então, a população passou a ter mais suporte para essa doença, entretanto em meados dos anos 2000 surge um novo surto de doenças sexualmente transmissíveis devido ao comodismo causado pelo avanço da farmacologia e pela falta de campanhas de conscientização do uso de preservativos.

Em primeiro plano, cabe abordar a acomodação gerada após o descobrimento do tratamento para AIDS. Esse vírus é o mais consecutivo, porém outras doenças como herpes, clamídia e sífilis também são transmitidas através de relações sexuais, fato que geralmente é esquecido pela população. Desse modo, muitas pessoas deixam de ter os devidos cuidados durante relações sexuais e acabam sendo infectadas por essas doenças, acreditando que, assim como o HIV, haverá um tratamento clínico eficaz e gratuito para trata-las.

Além disso, a falta de campanhas de conscientização sobre essas doenças gera um enorme deficit de conhecimento na população e aumenta ainda mais os casos. A adesão do preservativo nunca foi muito alta na população brasileira, ainda mais após o surgimento de outros métodos contraceptivos. Entretanto, apenas o preservativo pode barrar doenças como AIDS, sífilis e herpes, o que torna o problema ainda mais preocupante.

Portanto, cabe ao Ministério da Saúde agir de forma mais expressiva dentro das escolas e postos de saúde, através da apresentação palestras que visam auxiliar na educação sexual de jovens e adultos, alertando sobre todos os riscos de se contrair DSTs e modos de combate-las. Desse modo, pode se esperar que os indivíduos jovens tenham mais consciência dos riscos e consequentemente haja diminuição nos indicies de ocorrência dessas enfermidades.