O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 27/08/2019
As autoridades sanitárias, perderam um grande aliado na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis(DSTs) : o medo. Enfim por não ocasionarem pânico, a população mais jovem banalizou esses males, e abriu mão de se proteger. Segundo o presidente da comissão nacional especializadas em doenças infectocontagiosas, da FEBRASGO, nos últimos quatro anos o aumento dessas doenças tem sido assustador, principalmente em relação a sífilis. No entanto, mesmo a sífilis sendo uma doença fácil de tratar.
Apesar, das informações sobre as DSTs circularem livremente, especialmente nas redes sociais, o jovem brasileiro não se preocupa em se prevenir. Além disso, só de HIV, uma das mais graves DSTs, houve um aumento. Ainda mais, na faixa etária dos 20 aos 24 anos, o índice de detecção subiu de 16,2 casos por 100 mil habitantes, em 2005, para 33,1 casos em 2015, segundo o Ministério da Saúde.
Visto que, a sífilis é uma doença infectocontagiosa de carácter sistêmico, inclusiva do ser humano, de transmissão sexual, sanguínea e vertical (de mãe para filho). Segundo, o boletim epidemiológico de sífilis do ministério da saúde, estima-se que a sífilis afete um milhão de gestantes por ano em todo o mundo, levando a mais de 300 mil mortes fetais e neonatais. Portanto, colocando em risco de morte prematura mais de 200 mil crianças (BRASIL,2017).
Enfim, uma das alternativas, é o Ministério da Saúde tornar obrigatório, o uso de exames de DSTs para todas as gestantes. Além disso, proporcionar mais vagas na saúde publica, para realização de exames para toda a população brasileira. No entanto, outra alternativa é trazer educação sexual nas escolas,como matéria interdisciplinar, pois assim, possibilitando uma maior orientação para os adolescentes, fazendo-o, que tenham mais acessibilidade a informação sobre as formas de prevenção.