O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 22/08/2019

Segundo o filósofo Platão, o importante não é viver, mas viver bem, ou seja, a qualidade de vida excede a própria existência. Entretanto, doenças sexualmente transmissíveis colocam em risco a qualidade de vida humana. Nesse sentido, esse desafio deve ser superado de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Inicialmente, vale ressaltar que a educação é o fator principal para o desenvolvimento de um país. De acordo com o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Sob tal ótica, o Brasil possui um sistema púbico de ensino ineficiente, e o resultado disso é o aumento de DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) entre jovens brasileiros, isso é, a falta de conhecimento básico sobre biologia e educação sexual refletem na vida desses jovens.

Além disso, o descaso e imprudência dos jovens no que diz respeito ao uso de preservativos nas relações sexuais é um grande problema. Conforme a UNAids, somente em 2016, foram registrados 48 mil novos casos de aids no Brasil, ou seja, devido a pouca informação sobre o assunto, muitos são acometidos por essas enfermidades. Logo, é evidente a banalização da juventude frente às doenças sexualmente transmissíveis, demonstrando que a maneira mais eficaz caiu em desuso.

Fica evidente, portanto, a necessidade de medidas para resolver esse impasse. Dessa forma, cabe ao MEC (Ministério da Educação) integrar na grade curricular de ensino médio a educação sexual, por meio de divulgação de cartilhas que ensinem como usar os preservativos e também palestras com médicos infectologistas, a fim de que seja desconstruído o tabu envolta da vida sexual e os jovens não sejam vítimas de doenças. Ademais, cabe ao Estado distribuir camisinhas femininas e masculinas em postos de saúde e escolas, principalmente em épocas do ano como o carnaval. Assim, observada essas ações as DSTs deixaram de ser uma grande problemática no país.