O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 21/08/2019

Funcionando como a primeira lei de Newton, na qual afirma que um corpo tende a permanecer em movimento a não ser que uma força suficiente seja aplicada sobre ele, capaz de alterar o seu percurso, o aumento nos casos de DST’s entre os jovens é um grave problema no Brasil. Com isso, ao invés de atuarem como a força descrita por Newton, a combinação de fatores familiares com escolares acabam contribuindo para a situação atual.

Segundo pesquisas do Portal G1, grande parte dos jovens vítimas de DST’s não possuem um bom relacionamento familiar e, por conseguinte não se sentem à vontade para dialogar dentro de casa. Prova disso, é justamente um dos fatores que cracterizam esse problema : a desinformação. Muitos jovens desconhecem a letalidade das DST’s e não se previnem, pois acham uma atitude desnecessária. Assim, por não darem a devida instrução , as famílias das vítimas acabam ajudando na manutenção dessa problemática.

Ademais, por serem grande parte das vezes “a segunda casa” dos jovens brasileiros, as escolas deveriam está mais preparadas, no entanto, não estão. Grande parte dos jovens nunca assistiram aulas de Biologia ou de Sociologia, por exemplo, que mostrassem à fundo as mazelas das DST’s por de trás do ato sexual. Desse modo, muitos deles acabam negligenciando o assunto e, como consequência praticam sexo sem tomar cuidados.

Portanto, medidas devem ser tomadas para reverter esse quadro. Seria interessante que a mídia através de novelas e noticiários mostrasse a importância do diálogo familiar para à prevenção das DST’s. Outrossim, cabe ao Governo Federal inserir no calendário escolar “a semana do combate as DST’s”, um projeto com palestras e filmes que mostrem as consequências que o sexo sem preservativo pode gerar na vida de uma pessoa. Tais medidas atuarão como a força descrita por Newton, capaz de alterar essa situação, da permanência para à extinção.