O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 16/08/2019

No decorrer do século XX, com os avanços tecnológicos e científicos, a população aprendeu a lidar melhor com diversas doenças anteriormente incuráveis. Com grandes avanços da medicina, deu-se, também, o desenvolvimento das técnicas anticoncepcionais. Entretanto, o número de doenças sexualmente transmissíveis ainda é crescente no Brasil, motivado por relações sexuais desprevenidas e uma falta de conscientização populacional.

É primordial elencar, inicialmente, que grande parte da população sabe que os preservativos representam um dos métodos mais eficazes ante as DSTs, mas ainda assim não fazem uso dos mesmos. Isso ocorre, principalmente, devido a popularização da pílula anticoncepcional, as mulheres estão mais preocupadas em evitar uma gravidez do que em ter uma relação desprotegida. Sob essa ótica, o número de pessoas infectadas, propicias a infectarem outras, torna-se crescente.

Além disso, nota-se, ainda, que a falta de informações acerca do contágio e  consequências provocadas por tais doenças, gera um descuido entre as pessoas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 112 mil brasileiros não sabem que têm o HIV, contribuindo, assim, para uma cadeia de transmissão descontrolada. Ademais, muitos jovens pensam que algumas DSTs como a Sífilis, Gonorreia e até mesmo a Aids são facilmente remediáveis, causando um descuido quanto à prevenção.

Torna-se evidente, portanto, mudanças que visem erradicar as doenças sexualmente transmissíveis. Em razão disso, cabe ao Ministério da Educação, junto as escolas, a inclusão de uma educação que se refere aos riscos das doenças supracitadas, a fim de formar jovens já conscientes. Além disso, o Ministério da Saúde, aliado as mídias sociais, grande canal de comunicação atualmente, difundir materiais como textos e vídeos, alertando as pessoas sobre o papel fundamental dos preservativos, rompendo progressivamente a cadeia das DSTs.