O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 15/08/2019
De acordo com a Secretaria de Saúde houve um levante nos anos de 2012 até 2017, no qual 29 mil casos de DSTs (Doenças sexualmente transmissíveis) foram registrados em jovens entre 20 e 29 anos. Conquanto, no Brasil atual, essa parcela acaba indo contra o tabu, assim abrindo mão dos preservativos, trazendo com o sexo indevido uma infestação de doenças, como Aids e Sífilis.
Hodiernamente, o aumento das DSTs, provém das negligências do governo, que não institui palestras gratuitas em comunidades ou locais de festas, que desse modo ocorrem maiores casos. Por outro lado, a Aids instala-se sendo a doença mais transmitidas nos jovens. De acordo com o noticiário UOL, 21,6% dos jovens acham que existem cura para a Aids. Como consequência, há parceiros que fazem o sexo sem o uso de preservativos, portando o vírus da Aids, sem o consentimento do próximo.
Por conseguinte, esse grupo de portadores de doenças como as DSTs, acabem tornando-se alvos de repudiação, discriminação e preconceito. No obstante, jovens brasileiros passam a viver em uma bolha social minoritária, isolando-se da sociedade. Em uma série, norte-americana, Sex Education, retrata jovens e adolescente com 15 anos sendo inseridos e influenciados, pelos colegas de classe, a adentrar no meio sexual, ineptos dos conhecimentos devidos, acabam praticando o sexo sem nenhum tipo de preservativo.
Dessa maneira, em suma importância, as escolas por meios de matérias, como sociologia e biologia deveriam alertar através de palestras, sobre o uso crucial dos preservativos e as possíveis consequências do sexo sem os mesmos. Orgãos governamentais e a Secretaria de Saúde, poderiam instalar stands em festas e em locais públicos, a fim de proporcionarem consultas com médicos e realizações de exames gratuitos para jovens que não têm consentimentos do uso dos preservativos. Só assim poderíamos erradicar os surtos das DSTs nos jovens brasileiros.