O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 14/08/2019
no século XIX, um dos maiores filósofos do mundo moderno, Friedeich Nietzsche, definhou até a morte após comtrair sífilis. Tal doença, como várias outras, são transmitidas sexualmente e podem ser facilmente evitadas com o uso de preservativos, tanto masculinos quanto femininos, inventados bo século XIX. Entretanto, hodiernamente, o número de casos dessas enfermidades cresce entre os brasileiros, o que, considerando o nível de nocividade das DST’s, doenças sexualmente transmissíveis, é inaceitável. Dessa maneira, os desafios para a redução dessas mazelas têm como pilares o sentimento de impunidade entre os jovens e a má elaboração das propagandas informativas.
A priori, o sentimento de inatingibilidade entre os jovens corrobora o aumento das DST’s no grupo. Tal ideia e fundamentada pelo conceito de modernidde líquida do sociólogo polonês, Zygmunt Baumann, o qual defende que a instabilidade das relações gera nos indivíduos a sensação de efemeridade do tempo, culminando, assim, nas ações imprudentes dos jovens modernos. Dessa forma, por nao pensarem em suas atitudes, os casos de DST’s na juventude aumentou 85% nos últimos dez anos, segundo dados do Ministério da Saúde, o que comprova a teoria de Baumann de que as pessoas estão -infelizmente- mais irresponsáveis com o passar dos anos, até mesmo quando se trata da própria saúde. Nesse sentido, é inadmissível que os indivíduos permaneçam tão relapsos quanto assuntos importantes, como a contração de doenças graves, que podem ser previnidas com o uso de preservativos, disponibilizados, inclusive, gratuitamente em postos de saúde do Brasil.
Ademais, as mudanças na juventude não são levadas em consideração nas publicidades informativas go governo. Essa realidade é comprovada quando analisada pela ótica dos sociólogos Adorno e Horkheimer, a qual defende que, quando feita corretamente, a propaganda é capaz de modificar os hábitos da sociedade como um todo, o que não aconteceu no Brasil. Nesse contexto, o Ministério da Saúde faz uso, principalmente, de folhetos e folders, que se tornaram obsoletos e, portanto, não atingem mais o público alvo, que mais contrai doenças sexualmente transmissíveis : os jovens.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para mitigar as DST’s no país. Para mudar esse quadro, além de suprimir o sentimento de impunidade nos jovens, o Ministério da Saúde deve realizar suas propagandas de maneira mais eficiente, por meio de comerciais e divulgação em programas de entretenimento das grandes mídias. Isso pode ocorrer, por exemplo, durante o horário nobre ou novela das redes de televisão, a fim de informar um maior número de jovens. Com essa medida, que não exclui outras, espera-se que a ótica de Adorno e Horkheimer seja aplicada no Brasil.