O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 01/08/2019
Em 1490 a população europeia havia acabado de se recuperar das mortes provocadas pela propagação, no século anterior, da peste bubônica. e já enfrentava mais um surto, uma DST (doença sexualmente transmissível) conhecida como sífilis, um soldado alemão voltou da Itália já infectado pela bactéria, em pouco tempo a doença se propagava no continente.
Hoje, não estamos em um cenários muito diferente, a África vive essa realidade há muito tempo, pois os países tem uma má infraestrutura dificultando o fim desse ciclo. Não só na África, mas também o Brasil está enfrentando uma dificuldade para controlar as doenças.
Em primeiro lugar, é importante debater esse assunto abertamente em sala de aula ou em casa, deixando o tabu de lado como foi feito nos anos 80 quando as doenças tomaram conta do país matando cerca de 1.200.000
pessoas. Nos dias de hoje por existirem tratamento para as infecções os jovens perderam o ‘‘medo’’, não se previnem e não se preocupam em fazer exames.
Por outro lado, muitos desconhecem as doenças, já que na escola é comentado muito pouco apenas para preencher a grade curricular e alguns pais não costumam falar em casa sobre o assunto. Hospitais públicos e terminais rodoviários distribuem preservativos e informam o quanto eles são importantes, porém algumas pessoas tem vergonha de pegar por puro preconceito.
Contudo, estamos lutando contra os vírus e bactérias, os médicos estão adicionando nos exames de sangue, exames de aids, sífilis, hpv e hepatite
para conseguir diagnosticas no inicio e ter um maior resultado. Além disso, poderia ter uma mudança na grade curricular das escolas e aprofundar os assuntos de doenças sexuais e métodos contraceptivos, os pais devem conversar com seus filhos orientando-os para terem cuidados e por fim as escolas podem receber palestrantes, organizar trabalhos e fazer um apresentação com os próprios alunos explicando as doenças através de pesquisas