O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 08/08/2019

Segundo a Lei da Inércia, de Newton, a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força exercida sobre ele. Fora da física, é possível perceber a mesma condição no que concerne o problema das DSTS entre os jovens brasileiros. Nesse contexto, as DSTS, são um desafio no Brasil e persiste devido não só à falta de conhecimento, mas também ao legado histórico.

Em primeiro lugar, evidencia-se que a falta de conhecimento é um grande responsável pela complexidade do problema. Nesse sentido, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema, se as pessoas não têm acesso à informação séria sobre as doenças sexualmente transmissíveis, sua visão será limitada, o que dificulta a solução do problema.

Além disso, outro empecilho enfrentado é a questão do legado histórico. De acordo com o pensamento de Claude Levi-Strauss, só é possível interpretar adequadamente as ações coletivas por meio do entendimento dos eventos históricos. Dessa forma, as DSTS, mesmo que  fortemente presente no século XXI, apresenta raízes intrínsecas à história brasileira, o que acaba por agravar a resolução.

Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. Para que isso ocorra, o MEC juntamente com o Ministério da Cultura devem desenvolver palestras em escolas, a serem webconferencias nas redes sociais desses órgãos, por meio de entrevistas com vítimas do problema e especialistas no assunto, com o objetivo de trazer mais lucidez sobre o tema e diminuir consideravelmente o número de casos. Assim, será exercido a força que faltava para o movimento mudar, como diz a Lei de Newton.