O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 30/07/2019

Clamídia, sífilis, Aids. Diversas são as infecções e doenças que arremete os jovens decorrente de uma conduta sexual pouco segura. Na contemporaneidade, diante da banalização e negligência por parte das escolas, famílias, governo e uma sociedade que tem como tabu a educação sexual, a decorrente e alarmante alta nos índices de contaminação dos jovens não é uma surpresa.

A priori, o aumento da transmissão, alude- se à escassez de uma educação sexual, principalmente entre os jovens, corroboram para um comportamento sexual imprudente. Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 60% das pessoas não utilizam preservativos. Dessa maneira a irresponsável atitude dos jovens acarretam danos físicos, psicológicos, perda de qualidade de vida e preconceito por parte da sociedade que discrimina esse grupo social.

Em segundo plano, o tema sexualidade e sexo são tratados como tabus na sociedade e dessa forma são banalizados contribuindo para um aumento do número de contaminados. Diante disso, considerada um castigo divino pelos pecados, a sífilis causou pânico no século 16, para combater a doença os preservativos foram criados. Por conseguinte, a ausência de diálogo favorece à formação de um jovem alheio à doenças e uma possível gravidez.

Destarte, o Ministério da Educação em parceria com escolas deve incluir à matriz curricular palestras, aulas diversificadas de educação sexual, nas quais a biologia, sociologia e história apresentariam o fatores biológicos, a história e impacto sociais das patologias sexuais. Para que assim as doenças e infecções não acometam a juventude brasileira, e que essa seja melhor informada.