O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 26/07/2019
De acordo com o filósofo Ralph Waldo Emerson, A maior riqueza é a saúde. Nesse sentido, há um certo descuido no quesito saúde, principalmente pelos jovens, que não dão tanta importância como deveria dar a sua saúde e, infelizmente, sofrem as consequências com uma doença sem cura. Por isso, torna-se necessário o debate acerca do aumento de doenças sexualmente transmissíveis de jovens.
É importante ressaltar, em primeiro plano, os porquês dos jovens infectarem-se tão facilmente. Isso ocorre, em grande parte, devido, também, a falta de conscientização que a maioria possui, fruto de uma educação tecnicista, na qual não há questionamento. Sob esse âmbito, nota-se a pouca utilização do preservativo, seja por achar que é melhor sem e confiar no parceiro, ou até mesmo por não ter na ocasião, não interrompendo, portanto, o ato sexual. Dessa forma, a simples falta do preservativo pode ocasionar, infelizmente, a DSTs.
Cabe mencionar, em segundo plano, a ‘‘ajuda’’ que o Estado oferece e atitude desses adolescentes em relação a isso. O Estado oferece auxílios à população através de cartazes e preservativos gratuitos em postos de saúde, na qual tenta estimular o uso. Nesse âmbito, uma pesquisa realizada pela PCAP em 2013, revela que 60% dos jovens, de 15 a 24 anos de idade, não usaram preservativo nos últimos 12 meses. Partindo desse pressuposto, os índices de doenças aumentam ainda mais no período de Carnaval, na qual é sinonimo de festa e sexo, na maioria, desprotegidos. Desse modo, urge a extrema necessidade de intervenção contra doenças sexualmente transmissíveis.
Com o intuito de amenizar essa problemática, escolas de todo Brasil devem realizar reuniões com doutores da área da saúde, através de palestras dentro da escola, pois é na instituição de ensino que o senso crítico do jovem forma-se. Além disso, Postos de Saúde locais devem sair as ruas através de passeadas de conscientização. Feito isso, maior quantidade de jovens entenderá e acreditará na frase dita pelo filósofo