O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 16/07/2019

No filme “Cazuza” é retratado a história de um jovem cantor, que por consequências de seus atos irracionais adquiriu o vìrus HIV. Analogamente, os jovens brasileiros têm se mostrado negligentes no que tange à prevenção dessas doenças, uma vez que causam consequências para o indivíduo e a coletividade.

Nesse ínterim, é válido mencionar que a banalização e a desinformação do público jovem voltados às práticas de prevenção são cada vez mais escassos. Nesse sentido, dados divulgados pela PCAP (Pesquisas de Conhecimento, Atitudes e Práticas na População Brasileira), mostra que 43,3% desses indivíduos não se protegem em suas relações sexuais. Além disso, as campanhas de educação e prevenção sexual têm se mostrado pouco divulgadas, de modo que só repercutem com mais intensidade em grandes comemorações, como no carnaval.

Outrossim, é notório que o aumento de doenças alavancam os gastos nos setores público de saúde, uma vez que esses indivíduos portadores de doenças sexualmente transmissíveis fazem uso constante desses setores, haja vista que esses indivíduos se tornam dependentes dos tratamentos e medicações específicas. Logo, fica evidente que é mais barato prevenir do que remediar.

Infere-se, portanto, que são necessárias mudanças do quadro vigente. Portanto, o MEC em parceria com escolas de ensino básico devem incluir na grade curricular, aulas de educação sexual, utilizando as disciplinas de biologia e sociologia para a abordagem do assunto, desenvolvendo nos alunos conhecimentos precisos para que sejam evitadas consequências futuras. Ademais, o Ministério da Saúde em parceria com redes sociais de grande repercussão, como instagram e facebook, devem criar campanhas de prevenção às DSTs utilizando da linguagem própria e de formadores de opinião ligados aos jovens. Feito isso, o dilema poderá ser uma mazela passada da história brasileira.