O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 28/06/2019

Muito se discute sobre o aumento de Dsts entre os jovens no Brasil, já que crescemos em termos de tecnologia medica, em acesso à informação e estrutura midiática nos últimos anos, porém, hodiernamente as coisas não passam de uma utopia. O aumento da pressão sobre o sistema de saúde e abala também o emocional do jovem que é resultante dos preconceitos que enfrentara por decorrência da doença. O Outro ponto que é importante ressaltar é as principais causas dessa transmissão, dentre tantos – a ineficiência do estado e a questão sexual no Brasil ser ainda, um tabu. Evidencia-se, então que essa situação é caótica, contudo, mutável.

Todavia a ineficiência do Estado é preocupante, é bom lembrar que os jovens precisam de uma linguagem menos culta, uma linguagem mais atual para impacta-los, com campanhas de influenciadores digitais, para facilitar e incorporar o assunto de forma mais leve, já que se trata de uma problemática bem delicada. Tendo em vista que, é inaceitável não termos dado ênfase e foco a esse assunto, pois segundo a última constituição, promulgada em 1988, é dever do estado garantir a qualquer cidadão brasileiro a saúde, e se o estado não cumpre a sua função de prevenção e tratamento, esse princípio constitucional está sendo desrespeitado. É importante evidenciar a questão de se debater sobre sexo, na medida que desde a ascensão da pílula contraceptiva em 1960, os jovens vêm se acomodando na prevenção da gravidez e não na proteção.

Diante do exposto, é necessária uma intervenção estatal com o Ministério da Saúde, com canais de comunicação atuais, especificamente as redes sociais. O Ministério da Educação deveria investir em criar parcerias com escolas e dar destaque a educação sexual, buscando maior numero de jovens informados e responsáveis, assim buscando quebrar tabus e duvidas que são recorrentes nesta idade. Por outra vez cabe ao cidadão a criação de ONGS com campanhas e cursos voltados a expansão de descontruir os mitos que são repetidos desde 1980. Ao individuo, compreender que é vitima mas também autor da situação, então assim atenuando o preconceito e expandindo novas possibilidades.