O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 20/06/2019

Doença não tem cara

Doença não escolhe pessoas de classe, etnia, gênero, ou até mesmo idade, podemos confirmar isso no filme elite da empresa Netflix, no qual a personagem Marina é contagiada pelo vírus HIV, após uma relação desprotegida, sendo ela de classe alta, branca e aparentemente saudável. Saindo do mundo cinematográfico, podemos notar essa realidade na vida de muitas pessoas, que entre outros fatores, possui intimidade com parceiro sem preservativo ou não tem conhecimento sobre doenças sexualmente transmissíveis (DST’s).

Nessa conjuntura, os jovens passaram a banalizar as DST’s, por não vê tantas pessoas morrendo e por não tá aparente, ou seja, demarcado no corpo. Dessa forma, o índice de contaminação entre jovens só aumenta, segundo a Secretária de Saúde, aliado a despreocupação em se relacionar sem o devido cuidado junto com a perda do medo. sob a perspectiva de Habermas, “incluir não é apenas trazer para perto, mas também respeitar e crescer junto com o outro” segundo o ponto de vista do filosofo Alemão não basta incluir o jovem ao conhecimento adulto em relação ao sexo, mas também faze - lo compreender os riscos que estão envolvidos nessa questão.

Ademais, muitos indivíduos entendem que doenças sexualmente transmissíveis é apenas AIDES, sendo um pensamento equivocado, tendo como exemplo a Sífilis, gonorreia entre outras. Dessa maneira, não procuram fazer exames periódicos, possuindo a cultura de procurar médicos só quando já estão, muitas das vezes, em estágio avançado. Dessa forma, segundo o Ministério da Saúde a sífilis é a DST que está ganhando espaço, sobretudo entre os jovens, tendo um alcance em larga escala. A vista disso, se torna imprescindível a ajuda da população para o combate desse impasse.

É mister, portanto, que o Ministério da Saúde aliado com as escolas da região possam fomentar um pensamento crítico, através de palestras e minicursos em praças públicas sobre a cultura de prevenção e suas facilidades de combate a proliferação de DST’s, fazendo assim, exames periódicos com o custo acessível a toda população e ensinar como pôr corretamente a camisinha para que não ocorra acidentes indesejáveis, além de sua importância, na qual bloqueia qualquer tipo de contato entre as partes intimas evitando o contágio entre ambos os parceiros, possibilitando, dessa maneira, as pessoas da sociedade uma chance de viver sem uma doença que o único objetivo é matar, como assim fazia com Marina.