O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 18/06/2019

Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde, educação, segurança, transporte e ao bem-estar social. Conquanto, as doenças sexualmente transmissíveis associada a imprudência dos jovens impossibilita que uma boa parte da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Primeiramente, a educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos jovens. Segundo o site Correio Braziliense, as DSTs, como sífilis e Aids, avançam entre os jovens brasileiros. Diante do exposto, os jovens não estão tomando as devidas precauções, negligenciando a própria saúde.

Faz-se mister, ainda, salientar o desuso do preservativo como impulsionador das doenças sexualmente transmissíveis. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, os jovens estão desinformados dos riscos que correm, de tal modo as doenças que podem contrair ainda não tem cura como por exemplo, a Aids.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O Estado deve investir em campanhas da importância dos jovens usarem o preservativo para prevenir doenças seríssimas por meio de palestras nas escolas e preparem de forma apropriada os estudantes e a comunidade. Dessa forma, será possível garantir uma educação que, de fato, integra indivíduos e promoverá a plena construção de conhecimentos. Só então seremos uma sociedade que promove a igualdade de direitos.