O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 03/06/2019
O aumento de doenças sexualmente trasmissíveis pode se ponderar e remeter ao século 20, aonde se era pouco conhecido os viés tecnológicos em relações entre as pessoas da época, e com isso ocorreu o avanço tecnológico entre os métodos contraceptivos. Porém,o reconhecimento e a adequação em relação ao uso dos métodos ocorreu na aparição forte de novas doenças sexualmente transmissíveis.
Primeiramente, o que ocorre nas relações sexuais sem proteção podem surgir certas consequências. Na questão dos jovens, aonde os casos de doenças são mais comuns, aonde em muitos casos, não ocorre a preocupação da população jovem em usar os métodos anticoncepcionais, e isto gera uma chance mais real de contrair doenças. Além do fato de correr riscos, engravidar em uma idade mais jovem, o parto prematuro tanto para a mãe quanto para o progenitor, além de na hora do parto, caso ocorra um erro, uma doença pode ser contraída.
No processo que ocorre no aumento, nos últimos anos, das doenças degeneradas das dst’s, rente novamente à falta de ensino e informação que os jovens recebe em razão de tratar de tais assuntos, como por exemplo, não determinar os efeitos da sífilis ou da gonorreia, as consequências da aids, por exemplo também, ou seja, a falta de conhecimento agrega em fatores mais irreversíveis. Então, no fato de uma certa “pressa” em questão de relações mais íntimas, e acaba pondo em risco a própria qualidade de vida.
Portanto, é necessário a atenção ao poder pública e mídia, que tomem uma frente em divulgação de propagandas que remetam o assunto, levar a pauta para escolas sobre como é primordial o uso de contraceptivos e os problemas que as doenças podem carregar na vida de alguém. Por isso, não é somente o corpo docente tratar do assunto, as famílias devem enfrentar e debater com seus filhos sobre tais problemas, com orientações médicas para que tenha se a consciência de que os jovens estão em risco.