O aumento de DSTs entre jovens brasileiros

Enviada em 04/06/2019

Sexo não é só prazer

No início da década de 1980 foram descobertos os medicamentos antirretrovirais, responsável por evitar o enfraquecimento do sistema imunológico, o que aumentou o tempo e qualidade de vida de quem tem aids. Porém, com esta conquista o medo que obrigava as pessoas a utilizarem preservativos para não contrair a doença desapareceu e com o medo o preservativo. Por isso, há um aumento exponencial na contração de DSTs entre jovens, pois pararam de utilizar camisinha, pela falta de informação sexual e campanhas sobre o perigo das DSTs.

Primeiramente, percebe-se que a Sífilis, Gonorreia e Clamídia têm um aumento de, respectivamente, 15%, 6% e 3% por ano, de acordo com a revista Super Interessante. Este fato ocorre, principalmente porque jovens praticam relações sexuais sem camisinha, devido à falta de informação sobre as atividades sexuais e suas causas, que deixam essas pessoas desinformadas e sujeitas a adquirir alguma destas doenças. Principalmente, pelo fato de que aspectos de educações sexuais ainda são um tabu e por isso são poucos comentados.

Ademais, é perceptível que campanhas contra as DSTs e a favor do uso de preservativos não são muito mais visíveis no Brasil. As campanhas ganham força apenas no período de carnaval, por ser uma festa que apresenta muitos riscos de propagações destas doenças, e a outra parte do ano as campanhas perdem força e deixam de influenciar as pessoas a utilizarem preservativos para previnir as doenças que podem trazer complicações para saúde, como feridas e inflações em genitálias.

Torna-se evidente, portanto, que o Ministério da Educação teria de estabelecer aulas de educação sexual nas escolas públicas e privadas, por meio de voluntários especialistas no assunto, para adolesces, a fim de que o aspecto sobre falar de sexo deixe de ser um tabu e, por consequência, cause uma conscientização nos jovens demonstrando os benefícios para a saúde ao fazerem uso dos preservativos e o que pode ocorrer se não usarem. Além disso, o governo brasileiro, juntamente com a mídia deveriam criar campanhas, para as redes sociais, como Facebook, e comerciais de televisão, com o apoio financeiro das plataformas, com o intuito de influenciar as pessoas a utilizarem preservativos, com a finalidade de previnir as doenças que poderiam adquirir. E assim, no futuro p, a quantidade de jovens com DSTs diminuíra razoavelmente.