O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 03/06/2019
Desinformação e ignorância
No século XIX, uma grande invenção tomou conta de todo o mundo: o preservativo. Sua principal função é combater a contaminação de doenças sexualmente transmissíveis entre as pessoas. Infelizmente, no Brasil, a importância desse objeto foi sendo ignorada e o número de casos de dsts aumentou consideravelmente. A desvalorização da proteção individual é resultado da falta de aulas de educação sexual nas escolas e, também, da falta de publicidade em massa sobre o assunto.
Nesse contexto, muitas escolas ainda não contam com aulas de educação sexual em seu currículo. Cada vez mais, a sociedade é vítima de grandes mudanças culturais: as crianças adquirem maturidade mais cedo e entram em relacionamentos precocemente. Assim, a partir de 12 anos, ela já tem a maturidade necessária para entender sobre a importância de se proteger em suas relações sexuais e quais os meios mais eficientes para isso, a fim de evitar a transmissão de doenças.
Além disso, a ausência de propagandas de conscientização nas redes sociais, onde a comunicação com os jovens é mais acessível, também contribui para o aumento de dsts entre os brasileiros. Considerado um assunto “tabu” na sociedade, torna-se precária a veiculação de notícias sobre os meios de obter relações sexuais com a devida proteção. Com as inúmeras invenções criadas, como os anticoncepcionais, por exemplo, aqueles que não entendem a principal função de cada uma, acabam sendo vítimas da desinformação.
Portanto, para que o número de doenças sexualmente transmissíveis diminua no Brasil, o governo deveria, com o apoio do Ministério da Educação, adicionar aulas de educação sexual no currículo de todas as escolas, a fim de ensinar as crianças, desde pequenas, sobre a importância do preservativo. Deveria, também, por meio de propagandas midiáticas, conscientizar toda a população sobre a necessidade da discussão do assunto, para que não haja a desinformação da população.