O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 25/05/2019
Antes da revolução industrial - século XVIII a XIV - um dos métodos contraceptivos era a utilização de “camisinhas” feitas com tripa de animais. Na contemporaneidade se utilizada camisinhas feitas de látex - um composto vegetal - que previne a gravidez e DSTs. Apesar desse avanço, cresce o número de jovens infectados por essas doenças. Em contraponto segundo o Artigo 196 da Constituição Federal, a saúde é um direito de todos e um dever do Estado, evidenciando a má conscientização dos jovens por falha estatal.
Certamente a falta de conhecimento corrobora para o aumento dessas doenças. De maneira que muitos jovens não sabem o que é Sífilis ou até mesmo as consequências do HIV para o corpo humano. O tabu social em torno das questões sexuais também é um fator crucial para a disseminação das DSTs. Pois muitos jovens não recebem o aconselhamento adequado em casa e têm vergonha sobre a questão sexual. Apesar da saúde ser um direito de todos e um dever do Estado, o número crescente de jovens infectados não demonstra isso.
Em segundo lugar a falta de compromisso do Estado para com os jovens resulta em consequências danosas. Pois essas doenças causam danos para o portador e para o eventual bebê. Segundo o Ministério da Saúde, a sífilis terciária causa lesões ósseas, cardiovasculares e neurológicas. Assim o indivíduo sofre e ainda, juntamente com outros infectados, congestionam os postos de saúde. Contudo é uma doença que pode ser facilmente evitada pelo uso de preservativos.
Destarte, para diminuir o número de jovens infectados por essas doenças, é preciso que os Estados, em parceria com as escolas, tratem esse tema de forma transversal durante todos os anos escolares, tão como quebrando os tabus para as próximas gerações. Ademais campanhas de conscientização devem ser feitas incessantemente, pelo Ministério da Saúde, para atingir principalmente a geração atual, diminuindo as estatísticas negativas.