O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 26/05/2019
Após a epidemia da AIDS, na década de 1990, novamente, as doenças sexualmente transmissíveis voltaram a crescer entre os jovens brasileiros. Porém, atualmente a população tem maior acesso a informação e a camisinha. No entanto, esse problema é banalizado, o que contribui para a proliferação do vírus.
Primeiramente, na contemporaneidade é notório as políticas de prevenção existentes para o combate das ISTs (Infecções sexualmente transmissíveis). Apesar disso, a juventude maior publico infectado (entre 15 e 24 anos), não praticam um sexo protegido. Pois, a maior preocupação está na gravidez indesejada, substituindo o preservativo pela pílula anticoncepcional. Com efeito, fica claramente explícita a irresponsabilidade desse grupo.
Ademais, no início da doença no Brasil, não havia tratamento e os infectados tinham pouco tempo de vida. Isso gerou preocupação na população, ao ver o sofrimento e morte precoce de milhares de pessoas, como a do cantor Cazuza. Mas, felizmente, após ter surgido o tratamento para a AIDS, que apesar de não ter cura, a sociedade está se referindo ao vírus como comum, pois pensam que a pessoa infectada tem uma vida normal. No entanto, esse pensamento é totalmente contrário a realidade, porque esses pacientes sofrem com os efeitos colaterais causados pela medicação tomada todos os dias, e ainda precisam enfrentar o preconceito contra os soropositivos.
Portanto, fica evidente a gravidade dessa doença que já matou milhões de pessoas. Por isso, é necessário que o Ministério da Saúde promova debates e campanhas midiáticas, para a conscientização dos jovens a cerca da importância do uso da camisinha e desconstrução da mentalidade de que indivíduos que possuem doenças sexualmente transmissíveis tem uma vida normal, em especial no âmbito escolar. Dessa maneira, o país irá diminuir rapidamente o número de casos das DSTs.