O aumento de DSTs entre jovens brasileiros
Enviada em 19/05/2019
Em 1904 estourou no Rio de janeiro um movimento popular que ficou conhecido como Revolta da Vacina. Com a intenção de acabar com a Varíola na cidade, o prefeito, impôs que todos os cidadãos tivessem que se vacinar, logo, a população que desconhecia os benefícios da vacina se rebelou espalhando o caos pela cidade. Nos dias atuais, a desinformação junto a falta de uma visão reflexiva sobre o assunto, são os principais motivos para o aumento da DST’s entre os jovens brasileiros.
Em primeiro lugar, ressalta-se a inexistência de uma polidez sexual nas escolas brasileiras. Segundo, a Organização das Nações Unidas a educação sexual está relacionada à promoção dos direitos humanos -direitos das crianças e jovens e que toda pessoa tem à saúde, educação e informação. Nesse cenário o estado brasileiro ao negligenciar aulas de educação sexual para jovens os condena a doenças de alta periculosidade como a Aids e o HPV, visto que, em países africanos onde ocorre uma situação parecida, a desinformação, as doenças já são vistas como epidemia e tem uma alta taxa de morte.
Em segundo lugar, a falta do desenvolvimento de um pensamento crítico sobre as consequências de não usar proteção. De acordo com uma pesquisa do Ministério da Educação, em 2015, sete em cada dez alunos da rede pública que receberam informação sobre o uso de preservativos não usaram nas suas relações, ou seja, só a informação não basta. Diante disso, o pensamento com caráter reflexivo sobre as possíveis consequências de um contágio e a propagação de doenças, é essencial para que o jovem passe a ter relações mais seguras, logo, ele tem que ser incentivado a pensar sobre o assunto.
Portanto, é imprescindível que o aumento de DST’s deva ser combatido com intensidade. Imediatamente, o Ministério da Educação deve por na grade curricular no Ensino médio aulas filosóficas de educação sexual. Nessas serão apresentadas as formas de proteção, junto a demonstração de doenças de teor sexual, para que os alunos tenham um choque, por meio, de visitas programadas aos hospitais para ter contato com a doença e palestras. Ademais, a distribuição de folhetos informativos e distribuição de camisinhas. Para que desse jeito o Brasil possa reduzir as DST’s sem gerar uma revolta.