O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 11/03/2018
A Balaiada, revolta nativista do Período Regencial e a Revolta de Canudos, no período da República Velha, são semelhantes por mostrarem que o Brasil sabe lutar por uma qualidade de vida digna. No entanto, ainda hoje, não se vê uma melhora tamanha ao progresso dos séculos, pois a depressão vence essa luta a 16 anos. Diante disso, é preciso que Estado e sociedade acabe com esse mal.
A doença que assola países desenvolvidos, no século XXI, se tornou uma “epidemia” global, principalmente, entre os jovens brasileiros. Uma vez que, a falta de apoio psicológico, social e, principalmente, educacional, por parte do Governo, como: o excesso de concorrência para vestibulares e poucas vagas de acesso, carga horária excessiva nas faculdades e a grande concorrência do mercado de trabalho, criam constantemente, nesse grupo, sintomas de depressão, ansiedade, irritação, tristeza e sem perspectiva de vida,acarretando o aumento da doença em escala nacional. Desse modo, aqueles indivíduos não conseguem ter uma vida digna de acordo com a ONU.
Nesse grave cenário, há também, a falta de apoio dos próprios familiares. Muitas vezes, a ausência dos responsáveis, sobretudo, pelo acúmulo de preocupação no trabalho, os fazem não perceber o comportamento dos filhos, e com isso, não dão o suporte preciso. Nesse sentido, a consequência disso é a progressão da doença que segundo Drausio Varella tem em 5% dos jovens no Brasil e poderia ser combatida por um simples gesto de atenção e amor. Logo, é imprescindível a propriedade e responsabilidade da família pela melhoria da saúde desses jovens.
Por tudo isso, é essencial e urgente que o Governo Federal, com apoio do Ministério da Educação, tem obrigação de colocar psicólogos e psiquiatras em escolas públicas e privadas de todo o país, para avaliar todo mês crianças de todas as idades com apoio de verbas estatais e municipais, bem como encontrem soluções para amenizar o tamanho da concorrência no mercado e faculdades, com criações de ONGs no MEC. Além disso, as famílias devem sempre manter diálogos mostrando amor e apoio, desde a infância, a fim de livrá-lo desse mal. Assim, com essas medidas, a luta pela qualidade de vida valerá a pena ser lutada.