O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 28/10/2017
Em 1929 ocorreu a crise do setor econômico nos Estados Unidos, em que ficou conhecido como “A grande depressão”, pois o país perdeu o rumo de produção e milhares de pessoas ficaram desempregadas. Depois disso, a doença depressão começou a ser mais vista e levada a um ponto mais sério em que foi constado então que é um mal do século XX.
O corpo humano produz diversos tipos de hormônios entre eles o cortisol que é o hormônio da tristeza e a endorfina, da felicidade e bem-estar. O problema é quando há um desnível e o da tristeza se sobressai estimulando a depressão causando inibição de contatos sociais dificultando as relações familiares, trabalhistas e etc.
No mundo atual 10% da população apresenta um quadro de depressão, o Brasil se destaca nesse índice com maior incidência na adolescência e nas meninas, porque elas sofrem uma maior pressão para seguir padrões exigidos como beleza e estética corporal e quando não conseguem se sentem extremamente sem valor e ainda chegando a desencadear quadros como bulimia e anorexia, ou mesmo adentrar fundo no mundo ‘fitness’ que em excesso faz mal e compromete a saúde nessa fase de crescimento.
Outro ponto perigoso é que a depressão não é uma doença independente mas sim que conduz a uma série de outras doenças tão preocupantes quanto, como é o caso do câncer que mais mata pessoas jovens na idade reprodutiva assim pensando em uma escala global cada vez mais a taxa de natalidade irá diminuir, da diabetes levando à amputação de membros e do aumento do consumo de drogas que é capaz de ao poucos de destruir uma família inteira
Portanto diante do que foi apresentado, o Ministério da Saúde juntamente com a prefeitura local deve promover semanalmente mutirões com professores especializados para o aumentar o hábito das atividades físicas, pois a prática é uma saída rápida e eficiente da depressão controlando satisfatoriamente os níveis de hormônios do nosso corpo.
A depressão pode sim ser vencida com a ajuda de todos.