O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 24/10/2017

Todos sabem, que a depressão é uma doença crônica e tem sido registrada desde a antiguidade. A história do Rei Saul por exemplo, no antigo testamento, descreve uma síndrome depressiva. Saul acaba perdendo seu reinado, por alguns motivos, portanto, daí em diante passa a ter comportamentos depressivos, logo, acaba se suicidando. Este caso talvez seja um dos relatos mais interessantes de transtorno mental na bíblia.

Estudos divulgados em 2011 mostra que o Brasil é o terceiro país mais deprimido do mundo, sendo mais comum no sexo feminino, segundo o último relatório da organização mundial da saúde (OMS). De acordo com o escritor Algusto Cury, nunca devemos desprezar as pessoas deprimidas. Pois a depressão é o ultimo estágio da dor humana.

Por ser uma doença pouco falada, mas vivenciada frequentemente, a depressão é considerada muitas vezes por pessoas que não possuem conhecimento sobre tal, como frescura ou algo supérfluo, principalmente quando o assunto são adolescentes ou pessoas mais jovens. De modo que essas pessoas são julgadas ou até mesmo maltratadas, dificultando assim o aperfeiçoamento de tais indivíduos.

Decorrente disso, esta doença tem se dificultado e vem se expandindo cada vez mais, ocasionando assim, problemas mais complicados, ou até mesmo, levando a vida de uma pessoa, se não tratada, a óbito, como o conhecido suicídio. Além da parte genética que, de fato, é geralmente levantada como uma grande influência, ultimamente a maioria das pesquisas enfoca os fatores gravantes e desencadeantes, destacando-se: desemprego, doenças físicas, perdas familiares e amorosas e consumo de drogas e principalmente a adolescência.

Portanto medidas são necessárias para a resolução do impasse. Deve-se buscar conhecer ainda mais esse transtorno que cresce em incidência, no Brsail e no mundo, além de alertar para a necessidade de uma maior responsabilização, por parte dos orgãos governamentais  do setor de saúde (OMS) e dos profissionais presentes no ensino, na pesquisa e na atuação das ditas doenças mentais, a fim de trazer uma clarificação para as definições das mesmas, assim como uma notificação e a organização de dados mais eficazes e acessível. Outra medida muito importante, é a conscientização das pessoas, tanto das que sofrem com o problema quanto das que estão ao redor delas. Através de todos os canais de comunicação. E por ultimo porem não menos importante, seria o governo construir casas de tratamento com atendimento gratuito especialmente para essas pessoas. Dessa forma o país terá mais qualidade de vida, e consequentemente será um Brasil melhor.