O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 21/10/2017

Se alguém nos pedir ajuda ou pedir um pouco da nossa atenção para desabafar,será que disponibilizaremos o pouco do nosso tempo para auxiliar essa pessoa de alguma forma?Muitos diriam que sim,mas as atitudes são contrárias no dia-a-dia. No limiar do século XXI,o alto índice de casos de depressão vem se agravando a cada dia. No Brasil, o número de quadros depressivos cresceu impressionantes 705% em 16 anos.

É notório que não importa a faixa etária, crianças, adolescentes e adultos são atingidos pela depressão.Não obstante, os casos que se dão com mais frequência são em adolescentes no início da puberdade. Há um certo tabu na sociedade por tratar essa determinada doença como algo não relevante, taxando as pessoas que sofrem de depressão como “frescos”,supondo que o indivíduo que passa por tal situação, faça isso para chamar atenção.

Foi lançada uma série norte-americana chamada “13 reasons why”, onde conta a história de Hanna, uma adolescente com depressão, onde os 13 motivos do seu suicídio estão guardados em uma fita. Quantas “Hannas” existem no mundo com esse mesmo problema? Será preciso comprar fitas porque ninguém tem a compaixão de saber ouvir e ajudar as pessoas ?

No início de Abril, no ano de 2017, a revista Folha de São Paulo, fez uma reportagem relatando o número de casos recorrentes de depressão em alunos,na Universidade de São Paulo (USP). Os próprios estudantes se mobilizaram e fizeram uma campanha  de “Não à depressão e não ao suicídio”, e são essas atitudes que a sociedade precisa aprender a fazer e a entender que esse não é um caso qualquer.

Fica evidente, portanto, que a depressão é um problema que atinge principalmente a juventude. Com apoio do governo, é preciso fazer uma campanha de conscientização e apoio à vida. Os jovens poderiam usar suas redes sociais para ajudar as pessoas.Há por exemplo, uma campanha no Facebook chamado “13 motivos para viver” onde mostram como é bom aproveitar a vida,então cabe a nós sabermos disponibilizar o nosso tempo a ouvir o próximo.