O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 21/10/2017

A depressão pode ser classificada como a consequência da vulnerabilidade biológica aliada ao estresse, sobretudo no século XXI, onde os jovens encontram inúmeros desafios com muitos obstáculos para alcançar, resultando num sentido de perda e vazio. A escola, responsável por preparar o aluno para o mercado de trabalho, precisa encontrar um método mais eficaz de combater o mal do século.

Durante os anos iniciais nota-se o relato de crianças que sofrem com a pressão da não aceitação no padrão pré-exposto por seus colegas e alunos maiores, e é onde instaura-se a prática do bullying, contribuindo para o aumento da exaustão que se acumula conforme os anos vão passando e desencadeiam transtornos no humor.

Castelo Branco disse uma vez que a mais leve contrariedade pode tomar proporções catastróficas, e isso se aplica ao fato de jovem, por não saber lidar com suas emoções fica vulnerável aos ataques e começam a demonstrar os primeiros sinais da depressão, e os pais muitas vezes inexperientes não percebem e o aluno afunda naquele vazio existencial e se tornam negligentes nas notas, se envolvem em brigas e se tornam pessimistas.

É incontestável o poder que a escola possui para combater a depressão através do reforço das palestras e adicionando um momento de lazer como viagens e exercícios físicos dinamizados para relaxamento e integração dos alunos para que eles possam aceitar as diferenças. Cabe aos pais realizar o acompanhamento na escola com os coordenadores e psicólogos para se inteirarem do desenvolvimento escolar e mental de seus filhos e também para receberem instruções que os auxiliem a lidar com os problemas da puberdade, de modo a tornar essa etapa menos problemática para os futuros adultos.