O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 20/10/2017
Na obra: Admirável Mundo Novo ,Aldous Hurlex descreve que os seres humanos serão “produzidos” no sentido industrial do termo, em fábricas especializadas em um futuro próximo, no qual as pessoas não terão sentimentos e afetividade.No entanto ,no século XXI,cerca do 18,6 % dos jovens sofrem de depressão no Brasil.Diante disso, são passíveis de discussões desafios enfrentados, hoje, no que se refere à questão depressão entres os jovens no Brasil principalmente em relação à falta de conhecimento das famílias inerente a doença e tratamentos médicos ineficaz ao paciente.
No que se refere à problemática em questão, pode-se tomar como primeiro ponto a ser ressaltado é a falta de conhecido sobre a depressão por parte das famílias dos portadores dessa doença.Estas apresentam falta de informação e preconceito sobre o que é realmente a depressão pode causar.Tal deficiência é motivada pelo conservadorismo do século passado enraizado nas famílias brasileiras, relacionando um estereótipo de pessoa depressiva como a de um vagabundo, pois pessoas com essa doença sentem preguiça , sono, tristeza e falta de vontade para qualquer coisa.
Destarte, os tratamentos médicos não eficaz também se mostra como um fator relevante no que concerne a depressão.Mediante o elencado, a falta de profissionais médicos não eficientes é majoritário.De fato,pois os tratamentos convencionais apenas na base de medicamentos se mostram pouco eficaz,porque ocasionam inadimplência do paciente, que muitas das vezes chegam a cometer suicidios. Cosoante a isso, o ideal seria um tratamento com medicamentos junto à terapia, para que o paciente possa ter um amplo apoio dos profissionais para se livrar dessa doença pavorosa.
Diante dos fatos expostos,portanto, medidas devem ser tomada a fim de melhorar a depressão nos jovens brasileiros.Para isso,ONGs de combate a depressão devem mobilizar famílias pela propaganda em redes sociais, rádios e tv em parceria com Ministério da Comunicação, com a finalidade de diminuir o preconceito e estereótipo sobre os familiares dos portadores da doença.Essa mesmas ONGs devem promover debate em escolas e universidades como profissionais da saúde e discentes com o objetivo de se propagar conhecimento mais abrangentes sobre a depressão.Some-se a isso investimentos do Ministério da Saúde em adaptação dos profissionais da área de saúde por meio seminários , para o tratamento dos jovens com depressão seja bastante eficiente.E a longo prazo, copiar padrões de países desenvolvidos como o exemplo a Suécia, para adequar a doença no século XXI como tratamentos de alta eficácia.