O aumento da depressão entre os jovens no Brasil

Enviada em 09/10/2019

Effy é a personagem de uma série britânica chamada “skin“ que passa por muitas crises psicológicas e tentativa de suicídio durante sua adolescência. Contudo, fora do universo cinematográfico, a depressão é uma condição de saúde pública que afeta muitas pessoas mundialmente. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar como a doença afeta as vidas e o cotidiano dos jovens brasileiros.

A adolescência é geralmente a fase em que se iniciam a maioria dos conflitos internos de uma pessoa e é ainda onde a personalidade vai sofrendo enormes alterações da infância até a idade adulta. Vale ratificar que são problemas muitas das vezes relacionados à cobranças sociais ou de si mesmo, pois há muitos padrões ligados à corpo e aparência, busca por aceitação de outros indivíduos da mesma idade, autoestima baixa, relações familiares conflituosas ou traumas gerados na infância.

Ademais, um dos sintomas mais comuns é a idealização suicida, onde o enfermo começa a pensar na morte como solução de seus problemas e ainda pode desenvolver outras mazelas como transtornos e bipolaridade. Além disso, problemas mentais ainda sofrem muito preconceito e são associados à falta de lucidez, sendo reações muito negativas já que o número de enfermos aumentou bastante. É preciso uma maior atenção ao mal do século, pois já dizia Augusto Cury que a depressão é o último estágio da dor humana.

Portanto, medidas são necessárias para solucionar o problema. Órgãos de saúde e educação podem criar projetos e palestras a fim de diminuir a ignorância acerca da depressão e ensinar aos estudantes e seus responsáveis sobre a importância da saúde mental. O governo financiaria esses projetos e garantiria profissionais aptos à indagar o assunto em escolas. Com isso se espera que haja maior empatia e busca por ajuda. Dessa forma o Brasil daria alguns passos para solucionar o problema.