O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 31/05/2023
Paulo Freire, filósofo e educador brasileiro, afirmava que a educação é tranformadora de realidades. Sob essa lógica, a premissa do teórico traz à tona a necessária discussão acerca do acesso à internet no Brasil. Contudo, embora relevantes, ações para contornar o fenômeno das fake news anda são escassas, em decorrênca da falta de conhecimento da população e da negligência estatal.
Nesse contexto, percebe-se que a expansão das redes socas potencializou a propagação de informações não apuradas, inveridicas ou distorcdas. Problema esse alicerçado na falha de um direto básico: a educação. Assim, a alienação como estratégia de controle social, segundo o sociólogo alemão Theodor Adorno, encontra ambiente propicio, devido à falta de senso critico. Nessa perspectiva, a ausênca de incentivo à interpretação ou leitura pode levar a prejuizos incalculáves de saúde pública, tal como as fake news relacionadas à vacinação.
Ademais, apesar da educação digital estar inserda na Base Nacional Curricular Comum Brasileira, esse direto cidadão não é trabalho eficazmente nas salas de aula. Por conseguinte, o Estado deixa crianças, jovens e adultos à mercê do obscurantismo sensacionalista e persuasivo de criadores de conteúdo, os quais visam, em sua maioria, beneficios próprios, quer sejam fincanceiros, quer sejam sexuais. Sendo assim, perde-se a oportunidade de uma cidadania transformadora e eleva-se a manipulação de pensamentos e ações.
Evidenciam-se, portanto, importantes barreiras para combater a desinformação no uso da web. Para isso, é fundamental a organização de palestras e debates em escolas, igrejas, midias televisiva ou radiofônica sobre a identificação de fake news e perfis falsos, estabelecendo limites para determinadas atividades e intensificando politicas educacionais, com o apoio das Secretarias de Educação, grupos religiosos sociedade civil organizada e empresas de comunicação comprometidas com a verdade.