O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 29/03/2021
O Brasil está em 72º no ranking global de taxa de acesso às tecnologias da informação, segundo o índice Integrado de Telefonia, Internet e Celular. Com a pandemia e consequentemente o EaD (Ensino à Distância), o problema de acesso à internet está tendo um foco a mais, principalmente nas regiões mais pobres. Primordialmente, essa desigualdade se dá pelo fato nosso país o preço é elevado para ter internet, assim, a população mais pobre não tem condições de ter internet de qualidade. Há parte do nosso povo que depende de ajuda do governo para manter a dignidade de vida. Contratar um plano de internet seria praticamente impossível. Segundo o IBGE, o Brasil tem mais de 13 milhões de pessoas na extrema pobreza, aquelas que, de acordo com o Banco Mundial, vivem com até R$ 151 por mês. Sendo que um plano básico de internet custa no mínimo R$60. Além disso, esse fato reflete diretamente na educação do país. Eduardo Marinho disse “não há competição onde há desigualdade de condições.” Há covardia. A população estudante mais pobre tenta prestar vestibular sem um bom acesso à internet, sem amparo do estado, tendo que competir com alunos privilegiados de melhor classe econômica, que tem acesso à internet de ótima qualidade, amparo de professores particulares, apoio econômico. É mister que o estado tome providências para superar o impasse do quadro atual. Para que haja melhora na situação atual, é necessário que o estado faça um plano de inclusão da população mais pobre ao mundo da internet. Por meio de internet grátis para aqueles que estão no limite da pobreza, centros de ensino de como utilizar essas tecnologias. Temos que acabar com essa desigualdade, para que haja uma competição justa.