O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 22/07/2020
A globalização trouxe várias mudanças positivas, uma delas foi o avanço tecnológico e o meio de comunicação. Hoje, a internet é utilizada como o principal meio de informação. Entretanto, o acesso a ela no Brasil ainda é muito restrito. Dessa forma, é importante a exigência de mudanças dessa realidade por parte dos cidadãos.
A princípio, é importante destacar que a desigualdade social está enraizada na cultura brasileira. Com o avanço das tecnologias, nota-se que pessoas com melhores condições de vida acessam à internet mais do que a população pobre. Segundo o IBGE, cerca de 70% da população brasileira tem acesso à internet e isso se relaciona diretamente com a renda das pessoas. Pois cerca de 32% das pessoas com renda menor que um quarto do salário mínimo acessam a internet. Desse modo, lamentavelmente, observa-se que uma grande parcela da população não possui acesso à internet no Brasil.
Além disso, vale ressaltar que a internet é um importante meio para serviços de táxis, filmes, pedidos de comida e ensino a distância (EaD). Com isso, é perceptível que se pode pedir tudo em casa sem precisar sair, o que favorece o isolamento social, necessário em meio a pandemia de coronavírus. De acordo a revista Carta capital, muitas escolas públicas estão disponibilizando aulas EaD, porém muitos alunos não tem acesso à internet para dar continuidade à educação. Nesse sentido, infelizmente, é evidente que a falta de acesso à internet amplia a desigualdade social.
É notável, portanto, que o acesso à internet no Brasil necessita ser ampliada para todas as classes sociais. Logo, o Governo Federal, junto com as companhias de internet, de criar novos métodos para que a população menos favorecida consiga acessar a internet, por meio da redução dos valores da internet ou até acesso gratuito nas periferias, a fim de diminuir essa desigualdade social. Além disso, cabe ao Ministério da Educação, junto com as Escolas, a educação do indivíduo, por meio de EaD e de encaminhar os estudos através de algum papel impresso, para que não haja mais desigualdade ao acesso à internet. Dessa maneira, o acesso à internet não será mais restrito só a quem tem condição de vida mais favorecida.