O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 28/04/2020
A formação educacional de inúmeros estudantes encontra, neste momento de pandemia, uma série de empecilhos, dentre elas: a falta de internet. A questão social da população brasileira ao difícil acesso a internet, em áreas carentes e rurais, está sendo bastante discutida, desde a decisão de governadores - estaduais e municipais - de adotar o EAD ( ensino a distância) como meio de dar continuidade ao ano letivo, ignorando mais de 40% de jovens estudantes que não possuem computadores ou fácil acesso a internet para acessar as aulas. Assim, o acesso a internet no Brasil é distribuída de forma desigual, devendo ser tomada uma atitude das instituições governamentais. A priori, a rede televisiva Globo pediu aos internautas um vídeo onde esses falassem o Brasil que queriam, e uma das temáticas abordadas por elas foi a má distribuição da internet no Brasil, visto que algumas regiões não tem acesso a esse meio. Similarmente, um exemplo de distribuição desigual é visível quando comparamos a região Sul e sudeste com o Nordeste que é a região com maior número de pessoas pobres do país, que não possuem recursos para pagar internet e utilizar seus recursos frequentemente. Deve - se pontuar que , mais de 40% dos brasileiros, de acordo com a Agência Brasil, não tem acesso à computadores ou dispõem de internet. Assim, essas pessoas são privadas de acesso a diversas informações e meios de possibilidades que estão disponíveis virtualmente, como: aulas onlines, debates políticos, e até mesmo serviços disponibilizados pelo governo, como por exemplo : Enem ( exame Nacional de ensino médio). Nesse sentindo, é notório que falta acessibilidade, para melhorar a qualidade de vida das pessoas, possibilitando as condições de acesso a meios virtuais. Portanto, o governo e seus ministérios precisam investir em criações de projetos para incluir tais indivíduos beneficiando assim as pessoas mais carentes e com difícil acesso a internet. Ademais, nesse momento de pandemia, é importante que governo, escolas e universidades procurem soluções para desenvolver ações que ajudem estudantes que não tem acesso a internet à acompanharem as aulas.