O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil

Enviada em 16/08/2021

Desde o Brasil colonial, os governantes que ocupavam os cargos de representantes do país, como o imperador Dom Pedro I, mostravam-se autoritários e abusivos. Atualmente, exemplo como esse ainda é visto no país, principalmente quando trata-se de pessoas relacionadas às profissões de maior patente. Sendo assim, o abuso de poder dessas autoridades é justificado tanto pela ausência de um conhecimento sociológico e democrático eficaz, quanto pela falta de punição adequada aos atos inaceitáveis.

Em primeira a análise, de acordo com o filósofo brasileiro Paulo Freire, a educação é o principal instrumento de liberdade de um indivíduo, sendo possível, por meio dela, buscar compreender suas próprias condições. Nesse sentido, a negação do aprendizado é vista como um problema. Esse comportamento é característico de pessoas que negam os conhecimentos adquiridos durante sua formação intelectual. A sociologia e democracia, fontes de conhecimentos desses exemplos, não são levadas a sério na prática, o que é demonstrado pelo abuso de algumas autoridades na sociedade conteporânea. Essa questão torna-se ainda mais complexa quando o poder desses pessoas esta ligado à população, sendo assim o que era para lhes representar, mostrou-se uma ameaça a ser evitada.

Em segunda análise, de acordo com a filósofa alemã Hannah Arednt, o ser humano tende a banalizar o mal, tornando-o sinônimo do bem. Seguindo essa teoria, grupos que sofrem com o exagerado poder abusivo de alguns indivíduos, acreditam que tal ação é justificada pela função desse trabalhador, o mesmo é empregado quanto a punição dos seus atos, vistos como comuns, sem que seja aplicada a lei de forma coerente. Tal problemática, quando não resolvida constitucionalmente, oportuniza aos abusadores que continuem a praticar o seu autoritarismo. Sendo assim, esse grupo opressor, demonstra o que a ausência de uma lei pode provocar, um mal radical.

Observa-se, portanto, que o governo, em conjunto ao Ministério da Educação e ao Ministério do Trabalho, deverá projetar palestras e aulas extracurriculares, em todas as instituições de ensino. Essa ação será autorizada pelos governantes e distribuída em todos os locais. Além disso, será necessária a revisão das leis estabelecidas no país, para que sejam adicionadas, como punição, atos de abuso do poder autoritário como crime, sendo um ato anticonstitucional. Para que, assim, a sociedade brasileira se torne, cada vez mais, capaz de conscientizar diante de sua realidade.