O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil

Enviada em 02/08/2021

Segundo o filósofo Barão de Montesquieu, se torna uma experiência eterna que todos os homens com poder sejam tentados a abusar dele. Nesse sentido, constata-se cada vez mais uma maior exorbitância de poder e autoridade no  Brasil, isso se deve tanto pelo sentimento de superioridade que cargos de grande revelância dão aos seres quanto pela falta de fiscalização de um órgão em questão. Dessa forma, é imprenscíndivel analisar as razões que tornam esse cenário um empecilho para o país.

Em primeira abordagem, vale ressaltar como os indivíduos reagem diante da autoridade dada à eles. De acordo com o professor de psicologia Dacher Keltner, o poder dá ao seu detentor algo parecido como uma “força vital” que o faz agir de maneira impulsiva, egoísta e até agressiva para  conseguir os seus objetivos. Sob essa óptica, pode-se dizer que ao dar mais poder a certo ser, naturalmente ele tende a reduzir seus níveis de empatia, assim, apenas dando prioridade aos seus desejos. Portanto, é importante que haja certo auxílio quando se trata desse assunto, pois, além das questões psicológicas, a falta de uma fiscalização é outro fator que traz como consequência uma liberdade para que essas práticas de abuso continuem se estendendo por longos anos.

Ademais, o excesso de poderio se extende devido a escasses de controle dos orgãos fiscalizadores. Como é visto no filme “Tropa de Elite 2: O Inimigo agora é outro”, em que é apresentado uma vasta corrupção entre a polícia e políticos brasileiros que usam do seu poder e autoridade para obter benefícios como dinheiro e status sociais . Além disso, observa-se que por grande parte da trama esses indivíduos saem ilesos dos crimes que executam, isso devido a influência que ambas as áreas exercem no território. Em outras palavras, a falta de uma fiscalização vigorosa  permite que mais infrações, em que usado da relevância para comandar outros setores administrativos, ocorram no país. Destarte, é preciso que se tome medidas para que assim, como na ficção, esse depostismo comece a se extinguir  no Brasil.

Em virtude dos fatos apresentados, conclui-se que o abuso de poder e autoridade ainda é uma questão forte a ser discutida no território brasileiro. Logo, urge que o Ministério da Saúde auxilie psicologicamente os trabalhadores por meio de campanhas lideradas por especialistas no assunto a fim de desenvolver temas como “a empatia no lugar de trabalho”, para que, dessa maneira, não sejam naturalmente levados pela força do poder. Além disso, o Ministério da Justiça se torna responsável por criar uma instituição que trabalhe especificamente no manejo e controle desses órgãos públicos a fim de acabar de vez com as corrupções que tais cargos podem oferecer. Dessarte, não haverá mais  cenários como o do filme “Tropa de Elite 2” no país.