O abuso de álcool na sociedade brasileira

Enviada em 20/09/2021

De acordo com o pensamento idealizado pelo filósofo grego Aristóteles, a moralidade é fundamental para a busca da felicidade, sendo necessário sepre visar o equilíbrio na realização das atividades. Contudo, hodiernamente, a realidade brasileira contraria a tese desse intelectual, possuindo um massivo abuso alcóolico por parte do corpo social. Nessa perspectiva, essa droga lícita, em excesso, ascende os casos de violência e degrada a saúde pública verde-amarela. Logo, cabe analisar os perpetuadores dessa problemática.

Primeiramente, é indubitável que o abuso de álcool impacta diretamente na permanência da violência contemporânea. Em consonância, no filme " Até o ùltimo homem", é relatado os conflitos diários entre a mãe de Doss e seu pai, que é viciado em álcool. Fora da ficção, tal realidade expressada na obra é vivenciada por por diversas famílias brasileiras, em que há o consumo sem moderação de bebidas alcoólicas, já que tal intorpecente modifica o humor e a compreensão segura da realidade. Analogamente, ocorre a intensificação da violência verbal e física, seja nos ambientes de lazer ou domésticos, contribuindo para formação cíclica de agressão social.

Por conseguinte, é fundamental entender o abuso de bebidas alcóolicas como um problema de saúde pública, e não individual. Desse modo, no século XVIII, o continente asiático foi obrigado pela Inglaterra a produzir opioides para exportação e consumo próprio, afetando o bem-estar e saúde futura das diversas populações existentes. Ademais, esse fato histórico salienta como o uso de drogas afeta a saúde de toda a nação, causando doenças hepáticas, neurológicas e cancerigenas, que por sua vez, podem ser irreversíveis. Dessa forma, medidas são necessárias a fim de conter esses agravantes.

Urge, portanto, que o Ministério da Cidadania ofereça, de forma gratuita, palestras que tratem acerca da violência ligada ao abuso de álcool, reprimindo sua ocorrência e conscientizando. Essa solução deve ser promovido a partir da contratação de especialistas nas áreas da saúde, como psicólogos e psiquiatras. Paralelamente, o Ministério da Saúde deve formar clínicas de tratamento do vício alcoólico, por meio de um contínuo auxílio financeiro durante e pós tratamento, ajudando na reeintegração desse corpo social na sociedade brasileira.  Somente assim, o abuso ao álcool pode ser deficitado e futuramente atingir a equidade aristotélica.