Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina
Enviada em 10/05/2021
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), os indivíduos considerados do gênero feminino vivem pelo menos seis anos mais do que o masculino, e esses números estão ligados à saúde. De acordo com isso é fundamental a conscientização social quanto à saúde masculina, já que este gênero predomina com a falta de cuidado em sua vida humana. Nesse contexto, é de suma importância destacar que um dos desafios é o preconceito entre gêneros, que tem como consequência a redução da expectativa de vida
De início, o fator relacionado a falta de igualdade entre as pessoas é presente na sociedade. Entretanto, no artigo 25 na Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todo ser humano ter direito à saúde, cuidados médicos, bem estar. Contudo, os homens dificultam essa virtude para si próprio, impondo em sua vida, o preconceito de que só as mulheres vão ao médico, pelo fato da figura feminina ter o costume mais frequente de autocuidado e de prevenção, com isso os homens acabam não frequentando a um profissional de saúde e no futuro ocorre de ser diagnosticado com doenças extremamente perigosas como o câncer de prostáta. Por esse motivo, a atuação da família ensinando a seus filhos desde criança, que independente do gênero precisam ir ao médico, é de grande valor.
Ademais, esse desleixo acarreta na diminuição da expectativa de vida da figura masculina. Conforme o Instituto Nacional de Câncer ( Inca), foram diagnosticados mais de 60 mil casos recentes de câncer de próstata e aconteceram cercas de milhares de mortes por ano em decorrência da doença no Brasil. Sobre isso, os dados comprovam que a falta de prevenção gera o prognóstico tardio, podendo haver a morte do indivíduo. Nesse quadro é notável o quão é valioso, ter consciência sobre se cuidar, fazer exames de rotina, prevenção, e sempre que ter sintomas ir ao médico, pois a falta disso traz dificuldades que na maioria das vezes não existe cura.
Assim, a conscientização quanto à saúde masculina é de grande valor para minimização dos fatos abordados. Nesse sentido, é importante que as famílias, que são os responsáveis pela educação dos seus filhos, criem o ato de ensinar a seus descendentes sobre as consequências trazidas pelo preconceito entre gêneros, por meio de dialógos, para que quando se tornarem maiores possam não ter o pensamento que só mulheres precisam ir ao médico. Além de que, o Ministério da Saúde deve estimular a frequência dos homens ao profissional de saúde, mediante a imposição de anúncios e campanhas que exponha profissionais em oncologia, explicando oque a falta de rotinas de exames e consultas podem acarretar no futuro, com o intuito de diminuir os casos de câncer na vida masculina.