Novembro Azul - Desafios para a conscientização social quanto à saúde masculina

Enviada em 11/05/2021

Atualmente, três a cada dez homens não têm o costume de ir ao médico para as consultas regulares, segundo o ministério da saúde. Mesmo com a campanha do “novembro azul ‘, muitos homens ainda não fazem os exames de rotina. Isso ocorre, porque a sociedade brasileira ainda é muito estigmatizada em relação à saúde masculina. Com o intuito de resolver esse problema, a população também deve fazer sua parte.

A princípio, a saúde masculina era uma pauta pouco falada. Os homens não ligavam se precisavam ir ao médico ou não, muitos achavam perda de tempo. Recentemente, isso vem mudando, porém ainda é muito difícil a conscietização. Em 2012, foi criado o “novembro azul” com intuito de conscientizar a população sobre o câncer de próstata e a saúde do sexo masculino. O tumor na próstata é o segundo tipo de câncer que mais mata homens no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) por isso a importância dessa campanha. Mesmo assim, o preconceito sobre este assunto ainda é grande, pois a sociedade trata o homem como invulnerável. Muitos têm vergonha de assumir que estão doentes ou que precisam de ajuda; acham que indo ao médico, vão ser menos viris.

Em segunda análise, quando falam de saúde, quase nunca é citado a saúde masculina, um tópico pouco falado. Mesmo com a acampanha de novembro azul, muitas pessoas ainda ignoram esse assunto alguns são por falta de informação. Nas escolas, um assunto pouco falado é a importância do homem ir ao médico, criando assim adultos que não fazem o preventivo, nem os exames de rotina, ou dizem que não precisam disso e que não vão ficar doente. Com isso, muitos homens são vão ao hospital, quando já estão em estado grave, de acordo com a OMS 60% dos pacientes do gênero masculino chegam na emergência, com casos graves e que a maioria das vezes não tem mais como resolver. Por isso é importânte a conscentization sobre a saúde masculina.

Sendo assim, o Ministério da Saúde, juntamente com a mídia, deve lançar campanhas que durassem o ano inteiro, que divulgados nas redes sociais e nos meios de comunicação, para que ocorra uma diminuição do estigma sobre a saúde masculina. O Ministério da Educação, deve implantar nos curriculos escolares, temas sobre a saúde tanto feminina quanto masculina, para assim conscientizar as crianças sobre a sua importancia, diminuindo a falta de informação.